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domingo, 16 de setembro de 2012

ARBUSTOS FLORIDOS



  Arbustos floridos melhores, devo dizer-nos arbustos que florescem o ano todo, aqueles que eu gosto realmente. Há alguns dias, algumas opções que devem estar no topo das preferências desses jardineiros e paisagistas sendo treinados, deve falar de cursos de jardinagem e restauração da paisagem.
 
  Hibicus chinês

Garantir uma floração intensa e prolongada durante todo o ano (a menos que você vive em extremas de clima frio), estas plantas fornecem uma folhagem eterno verde e uma grande variedade de tons de cores. Uma flor grande em negrito, colorido e intenso, sobretudo na região tropical, quente e úmido é dada pela mão de um flores de tamanho muito bom se um pouco efêmera em termos de vida.


Somente em climas mais frios, a flor precisa de cuidados especiais e vai exigir proteção de geada. É uma planta bem conhecida, mas apenas no caso, é claro que estamos falando sobre a flor que aparece na imagem da capa.


Oleandro


Seu nome científico é Nerium oleander L. Ele começa como uma pequena planta e, em seguida, à medida que cresce, torna-se um arbusto grande. A espirradeira é uma flor nas cores rosa, centros principalmente brancos, embora haja muitas variedades e cores para escolher.


Ama climas quentes e secos e excel em áreas "deserto", onde a água é escassa, precisamente porque força capaz de sustentar verde abundante e florescente.

MAGNÓLIA



É uma árvore de folha caduca ou perene, notável para o charme de suas flores, que começam a aparecer neste mês e no verão todos os últimos. Várias espécies são cultivadas e híbridos para jardins e parques, que são de alguns do Canadá e dos Estados Unidos e Ásia outros.

A altura varia de uma magnólia árvore de 2 metros que medida as formas arbustivas e 25 metros alcançados por algumas espécies, tais como M.grandiflora. Sua flor tem grandes botões, e no interior são os estames e pistilos.


Em áreas com invernos frios, com o perigo da geada, as magnólias devem estar localizados em lugares protegidos. Eles crescem bem em um ensolarado para sombra parcial também. O substrato mais adequado é ácida em natureza com adubo orgânico. Eles não precisam de rega muito abundante e suportar a seca também.


Espécies que florescem a partir de Maio são caducifólias, e entre eles está M.lilii-flora, com uma altura de 2 ou 3 metros. Suas flores florescem antes de as folhas brotam, acabamento e são de cor púrpura. M.campbellii tem
flores brancas e rosas.

Sua altura média é de 20 metros. Outra espécie que está agora M.stellata florescendo com flores em forma de estrela em branco e rosa. Pode chegar a oito metros de altura.


Grama é frequentemente plantada como exemplos isolados, ou mesmo alienados forma ou de linhas.

PLANTAS CARNÍVORAS


As plantas carnívoras são espécies de vegetais que capturam, matam e digerem insetos ou outros pequenos animais, devido à presença de enzimas digestivas que extraem compostos nitrogenados e assim como fonte de nutrientes, dependem do nitrogênio presente nas proteínas dos animais.
Estas espécies de plantas vivem em solos pobres e encharcados (como brejos), com pouca quantidade de nitratos que são fundamentais para síntese de clorofila. A falta de nutrientes, principalmente do nitrogênio é uma fator crítico que limita o crescimento das plantas e as carnívoras se adaptaram e desenvolveram métodos para digerir animais e utilizarem suas proteínas ricas em nitrogênio. Acredita-se que as primeiras plantas carnívoras surgiram há cerda de 65 milhões de anos, na época dos dinossauros.
Existe mais de 500 espécies de plantas carnívoras distribuídas no mundo todo com exceção da Antártida.. São encontradas em diversas regiões desde áreas quentes eflorestas tropicais úmidas, e até mesmo nas tundras gélidas da Sibéria. No Brasil há mais de 80 espécies diferentes, sendo considerado o segundo país do mundo a possuir mais espécies destes vegetais, perdendo somente para a Austrália.
As plantas carnívoras utilizam-se de várias armadilhas para atraírem e capturarem suas presas como:

Armadilhas “Jaula”

Dionaea muscipula
Dionaea muscipula

As folhas das plantas carnívoras que possuem este tipo de armadilha estão divididas em duas partes, similar a uma boca, com gatilhos no interior. Este gatilho ao ser tocado pelo animal aciona um mecanismo que imediatamente fecha as metades da folha, sendo abertas somente após a digestão do animal. Ao contrário do que muitas pessoas pensam estas enzimas proteolíticas são inofensivas à pele humana e aos animais de médio e grande porte. Esse tipo de armadilha é encontrada na Dionéia (Dionaea) que se alimenta principalmente de aranhas, moscas, largatas, grilos, lesmas, entre outros. As dionéias conseguem diferenciar insetos e dentritos não comestíveis que possam cair em sua armadilha através dos pêlos sensitivos. Objetos inanimados como pedras e galhos quando caem nas folhas abertas das dionéias não se movimentam, portanto, não dispararão os pelos sensitivos das plantas. O animal capturado é ingerido pelas glândulas digestivas da folha durante 5 a 15 dias.

Utricularia inflata
 Utricularia inflata

Armadilhas de “sucção”

Este tipo de armadilha é encontrado em todas as espécies de Utricularia, que vivem submersas em água doce ou brejos. Possuem utrículos que se assemelham a pequenas bolsas, contendo uma minúscula entrada cercada por gatilhos, e ao serem estimulados provocam a abertura dessa entrada. Quando a entrada é aberta, é sugado para dentro tudo que estiver ao redor incluindo à presa que estimulou o gatilho.

Nepenthes villosa
Nepenthes villosa

Ascídios

Ascídios são folhas inchadas e ocas, altamente especializadas, similares a jarras, com uma entrada no topo e em seu interior contém um líquido digestivo. São encontradas em Cephalotus, Darlingtonia, Heliamphora, Nepenthes, Sarracenia, entre outros. Pequenos invertebrados e até mesmo minúsculos vertebrados são capturados por este tipo de planta. Ao caírem no líquido digestivo destas plantas as presas se afogam e são digeridas. As plantas Darlingtonia são popularmente conhecidas como planta-jarra.

Armadilhas “folhas colantes”

Drosera capensis
Drosera capensis

Este tipo de armadilha em relação às outras existentes é a mais simples. São glândulas colantes espalhadas nas folhas e podem estar presentes até mesmo na planta toda. Em plantas como Byblis, Drosera, Drosophyllum, Ibicella e Triphyophyllum é encontrada este tipo de armadilha que capturam geralmente pequenos insetos voadores.

TIPOS DE PLANTAS AQUÁTICAS


Salvinia
 
Plantas flutuantes

Podem recobrir toda a superfície da água e necessitam de sol pleno:

Aguapé e Baronesa (Eichhornia crassipes e Eichhornia azurea)
Servem tanto para limpeza da água quanto para ornamentação; as flores são em tons lilases ou azuis e lembram as orquídeas, mas não resistem ao corte para colocar em vasos.

alface-d1água  
Alface-d’água ou Erva-de-Santa-Luzia (Pistia stratiotes)
Essa espécie surgiu na América tropical e é caracterizada pelas flores pequenas e folhas verde-claras de textura aveludada em forma de roseta; pode ser usada em aquários e alguns peixes a utilizam como alimento.

Nymphaea-rubra  
Ninféia ou Nenúfar (Nymphaea)
Corresponde a várias espécies com flores amarelas, purpúreas, azuladas ou brancas, nativas da África, Ásia, Europa e até mesmo do Brasil.

mururê  
Murerê ou Rainha-dos-lagos (Pontederia rotundifolia)
Oriunda dos trópicos da América, tem flores pequenas, rosadas a lilases, reunidas em inflorescências alongadas.

Salvinia  
Salvínia, Marrequinha e Erva-de-sapo (Salvinia spp)
Plantas de beleza delicada, dotadas de folhas ovais, pequenas e aveludadas; parentes da samambaia, não produzem flores, têm capacidade despoluidora; a espécie Salvinia auriculata é encontrada em grande quantidade no pantanal brasileiro, onde é conhecida como orelha-de-onça.

Hydrocotyleverticellata  
Hidrocótile  (Hydrocotyle leucocephala)
Apresenta crescimento rápido e se reproduz por estacas; as flores são brancas e pequenas, pouco vistosas, mas as folhas são arredondadas e flutuantes.

vitoria_regia  
Vitória-régia (Victoria regia)
Nativa da Amazônia, essa planta é ornamental, mas ainda não foi “domesticada”; como é sensível ao frio, não é uma boa opção para a região sudeste e sul; as folhas são grandes e as flores perfumadas, variando do brando ao rosa.

Plantas palustres e Plantas marginais
Desenvolvem-se em locais encharcados, próximos a lagos e tanques. Vivem em locais rasos, mas com as raízes e parte do caule com folhas submersos, ambiente propício para abrigar rãs, insetos e outros animais aquáticos. Várias espécies palustres são também marginas, como cavalinha, copo-de-leite e filodendro.

Cavalinha  
Cavalinha (Equisetum giganteum)
Planta nativa do Brasil que gosta de brejos e locais úmidos e cresce na beira de lagos; as folhas parecem escamas pequenas e não produzem flores, pois são Pteridófitas (samambaias).

Zantedeschia aethiopica
 
Zantedeschia aethiopica
Erva proveniente de lugares úmidos da África, possui flores pequenas e amarelas envolvidas por uma folha ou creme em forma de cone; ornamentais, são resistentes ao corte para enfeitar vasos.

philodendron  
Filodendro e Imbé (Philodendron)
Há diversas espécies nativas do Brasil; as folhas grandes e recortadas são ornamentais, apesar da pouca atratividade das flores que, em geral, têm forma de copo, com cores esverdeadas ou amareladas.
Plantas Submersas
 
Crescem embaixo d’água:

cabomba_caroliniana  
Cabomba caroliniana
Nativa do continente americano, é fácil de se multiplicar; é utilizada sobretudo por criadores de peixes, pois o seu volume abriga alevinos, apesar de ser facilmente ameaçada por algas e caramujos; as flores são discretas e as folhas se destacam em aquários.

Mil-folhas (Myriophyllum aquaticum)

Mil-folhas (Myriophyllum aquaticum)
Tem enraizamento no lodo existente no fundo dos lagos com até dois metros de profundidade, ou nas margens, de onde os ramos avançam para a água; crescem bem em aquários; as folhas são delicadas e lineares.

Microsorum pteropus

Microsório (Microsorum pteropus)
Trata-se de um tipo de samambaia, cujas folhas são estreitas e alongadas; crescem dentro da água em tufos sobre troncos e até pedras.

Utricularia (utriculária)

Utricularia (utriculária)
Delicada erva que vive submersa; há diversas espécies cultivadas e algumas são originárias do Brasil; as flores brancas, amarelas purpúreas ou azuladas crescem fora da água e, geralmente, são pequenas, mas numerosas

Nem todas as ervas são árvores além das grandes diferenças entre as diversas espécies de plantas.

herbacea

As plantas herbáceas

Do ponto de vista botânico, “as ervas” designam todas as plantas que não formam madeira e que têm apenas tecidos tenros. Como por exemplo, as primaveras, os tomates, os fetos. Naturalmente, a erva no sentido corrente, ou seja, as plantas da família das gramíneas (as festucas, os miscanthus, o trigo, etc.) é uma planta herbácea. Do mesmo modo, as bananeiras, os bambus e as palmeiras são, num plano botânico, apenas ervas! Para além destas plantas específicas, as plantas herbáceas atingem raramente grandes tamanhos, em comparação com as árvores.
Além disso, as plantas herbáceas podem viver um ano ou mais. Se viverem apenas uma estação (como os tomates ou as rosas da Índia) são chamadas anuais. Se viverem dois anos (como a digital comum) são bianuais. E quando vivem vários anos, são vivazes, perenes ou ainda perpétuas. Existem vivazes de curta duração de vida (o goivo, os agastaches, o funcho vivaz, a coquelourde…), são perenes mas na prática, devem ser substituídas cada dois ou três anos.

Pinus_aristata

As árvores

A situação é felizmente menos complicada do que as plantas herbáceas! Uma árvore vive muitos anos. O pinheiro com o rabo de raposa (Pinus aristata), é muitas vezes considerado a árvore que vive mais anos e que cresce mais lentamente.

Lagerstroemia 'Tuscarora'

Os arbustos

São as mais numerosas e situam-se entre as plantas herbáceas e as árvores. Os arbustos formam madeira, basta-nos cortar um tronco de lavanda para ver o seu crescimento, como no carvalho ou no pinheiro. Mas os arbustos têm uma dimensão inferior à das árvores. Em geral, classificam-se em árvores se excederem os 6 m, e em arbustos ou outros vegetais de madeira se tiverem dimensões inferiores a esta.
Esta distinção é arbitrária e não corresponde á realidade na natureza. Por exemplo, alguns arbustos são verdadeiras árvores (o lírio da Índia, ou Lagerstroemia, atinge 8 m em condições excepcionais) enquanto algumas árvores pelo contrário só podem permanecer no estado de arbustos se a situação for desfavorável.
Para complicar as coisas, o nome de algumas plantas contém a palavra “árvore” quando se trata apenas de arbustos, ou mesmo de plantas herbáceas. A árvore aos faisões (Leycesteria), a hortelã em árvore (Escholtzia) ou a árvore das borboletas (buddleia) não são verdadeiras árvores, enquanto a árvore dos lenços (Davidia) é uma autêntica árvore.

Lianas

As lianas ou plantas trepadeiras

Formam talos finos em relação ao seu comprimento. Uma grande Clematite nunca excede 1 cm de diâmetro, e uma venerável Bignone pode atingir 10cm de diâmetro. Na natureza, as lianas correspondem à plantas que penduram as outras para ir procurar luz. Existem lianas anuais.

jacintos azuis

As plantas com bulbo

Têm reservas subterrâneas carnudas, como a cebola e a Tulipa. A forma da reserva é muito variada num plano botânico e segundo os casos, falamos de corme, de garra, de rizoma ou de tubérculo. Não é preciso conhecer estas diferenças em detalhe. Saiba simplesmente que em todos os casos, a planta armazena reservas debaixo da terra e que para manter-se, deve poder reconstituir as suas reservas anualmente.

BONSAI CARMONA RETUSA



http://www.adoroplantas.com/images/carmona-retusa-h.jpg 
O bonsai Carmona Retusa é uma pequena árvore tropical de folhagem persistente que pode chegar a alcançar os 2 metros na sua idade adulta. Produz pequenas flores brancas e frutos globulosos verdes inicialmente, laranjas depois, de 4 a 5 mm de diâmetro. Facilmente se confunde com o “Ehretia”, o seu primo. Originário do sul da China, é um bonsai muito utilizado na China, mas pouco no Japão. É uma espécie muito famosa e difícil, apesar de ser a mais popular de vendas nos hipermercados.

É um bonsai de cultivo e cuidados difíceis, para gente com experiência. A sua velocidade de crescimento é rápida. Necessita de luminosidade, mas nunca está exposto ao sol directo. Deves evitar qualquer corrente de ar frio, pois o bonsai Carmona Retusa é bastante delicado nesse aspecto. Lhe convém um ambiente húmido e a sua temperatura ideal oscila entre os 15 e os 25 graus. O gelo é fatal para ele.


Cuidados do bonsai Carmona Retusa


O bonsai Carmona Retusa necessita de muita luz (apesar de nunca uma exposição directa demasiado prolongada). Se lhe faltar luz no Inverno, podes usar um candeeiro hortícola no final de cada dia. Nos meses de calor, se te for possível é recomendável que o mantenhas no exterior. A terra deve estar seca antes de proceder a uma nova rega apesar de não deveres deixar que seque demasiado. A frequência da rega variará segundo a temperatura da habitação ou da zona, a taxa de humidade do ambiente, etc. As regas no Inverno devem ser muito espaçadas para evitar que as raízes apodreçam, já que nessa época os bonsais Carmona consomem muito pouca água.


Para fertilizar o teu bonsai Carmona Retusa utiliza um adubo preferentemente orgânico de composição igual em nitrogénio, fósforo e potássio (tipo 7-7-7). A fertilização deve ser regular durante o período de vegetação e algo mais espaçado no Inverno. Recém-comprado, o Carmona precisa de um tempo de aclimatação ao novo habitat. Não te preocupes se perde algumas folhas. É normal. De qualquer das formas, se o problema persistir e aumentar, começa a perguntar-te o que é que está a acontecer
.


PODA DE MANUNTENÇÃO


http://www.adoroplantas.com/images/poda-manutencao-bonsais-p.jpg 


Para este tipo de poda necessitarás de tesouras compridas para entrar dentro da ramificação e de tesouras pequenas para os ramos mais grossos.

Existem constantes no modo de podar e cortar as folhas e os ramos. É importante definir previamente se o teu bonsai tem folhas simples ou compostas, se crescem de modo oposto ou em alternância. A poda se executa sobre os gomos que se vão abrindo, o corte dos ramos é um corte de Verão para manter a forma geral da árvore.

Podemos também proceder a um desfolhamento completo ou parcial. Este desfolhamento dará lugar a novas rebentos cujas folhas serão mais pequenas. Um desfolhamento completo é recomendável ser feito em Junho, apesar de prestando muita atenção de preservar árvore do amparo do sol forte, pois as novas pequenas folhas são muito frágeis. Mas a poda completa apenas deve ser feita em árvores que não tenham sido replantadas durante o ano e em árvores com muita saúde.

Folhas alternas
 
Informando-te sobre a poda, podes ter lido a frase “cortar a duas ou três folhas”. O que isto significa é que se vai escolher a folha por cima da qual que vais cortar. O gomo que se encontra na base da folha dará um novo rebento que terá a orientação exacta da folha. Isto quer dier que há que escolher uma folha que vá para o exterior, que não desponta nem para cima nem para baixo. Deve ir para a esquerda ou direito, dependendo da forma que desejas. Isto é um exemplo dos bonsais Zelkovas, Olmos e Prunus.

Folhas opostas
 
As folhas opostas não são um problema. Os rebentos opostos irão trazer consigo ramos opostos com um resultado que não procuramos. Devemos suprimir um dos dois ramos. Certas árvores não insistem. Outros tratam de refazer um gomo no ramo restante. Há que suprimi-lo antes que se desenvolve e confirmar que não volta a tentar. Os bonsais castanhos são um exemplo disto.

Folhas compostas
 
A folha composta é mais difícil de administrar. Pode ser oposta ou alterna. Ao olhar para ela, podemos chegar a pensar que se trata de um ramo, mas se tiras o que parece ser uma folha, não acontecerá nada. O gomo está na base deste conjunto de “folhas” que deve ser considerado como uma folha inteira.

O desfolhamento
 
A técnica de desfolhamento deve ser feita com muita precaução. Esta dará novos rebentos de folhas mais pequenas, como na Primavera. Terá de proteger a nova folhagem da luz directa, que pode ser um forte contraste para a árvore. Não é estritamente necessário, mas é preferível realizar um desfolhamento parcial. Corta o pecíolo da folha com as tesouras compridas. A parte restante secará e cairá.

Cortar os ramos
 
Para esta operação, utilizaremos as tesouras grossas. O corte deve ser viés e limpo. Não apures o corte. Se o tentares fazer e cortar completamente até ao nível do gomo, te arriscarás a danificar o bonsai. Os pequenos traços de ramo que restaram a não apurar serão mais fáceis de tirar quando estão secos, no Inverno. Podemos fazê-lo com uma luva ou com os dedos
.